Amigos Leitores!

Desde que perdi meu Blog em Abril, tenho feito vários acordos com o Blogger a respeito das postagens aqui apresentadas a vocês! Passamos por três momentos distintos:

1. Onde este Blog teria algumas postagens fixas e não postaria nada além de botões que levariam vocês a outros sítios para lerem meus posts. Aqui só ficariam links para os outros blogs, como num PORTAL.

2. Pude passar a postar "chamadas" dos outros blogs neste blog, desde que os textos fossem bastante curtos e logo a seguir viesse o link para o outro blog.

3. Este momento que estou vivendo!

Posso voltar a fazer postagens aqui! Aleluia! Mas devo usar a quebra de páginas para ocultar artigos que contenham fotos mais explícitas ou palavras mais pesadas!

Resigno-me a isso no momento e com alegria volto aos meus posts assumindo a característica BDSM do blog novamente!


Beijos Carinhosos

Hope subway

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Conheça um pouco de
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Beijinhos açucarados,
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Mostrando postagens com marcador Contos de Dominação e Submissão. Mostrar todas as postagens
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- Meu Primeiro Menage a Trois -


Bom, faz tempo que não publico nada.
Sem desculpas... a vida se encheu de afazeres de repente e eu simplesmente chafurdei na lama. Horrrrrrrrrrrrrrrível!
Mas agora vim trazer dois contos pequenos sobre minhas férias. Espero que curtam!
O Dono nunca foi adepto de troca de cadela, nem de empréstimo nem nada do gênero, então nunca nem ousei sonhar com um menage a trois. Mas aconteceu!
Estava eu em casa, e tinha acabado de chegar da rua. O telefone toca. “Oi Dono!” “Oi cadelinha... já está em casa?” respondi com um sorriso, pois ele diz que não controla os meus horários... só diz! “Sim, Dono, acabei de chegar!” “Então toma um banho gostoso, e veste sua lingerie roxa, que eu adoro. Se prepara e me espera na posição 13” Me empolguei toda e me arrumei, perfumei, me deixei linda pro Dono... só esperando o que ele iria querer de mim. O Dono chegou em casa acompanhado. Ele era uma loucura! Corpo escultural. Todo de gominhos. Já fiquei excitada. Mas não podia sair da posição. Nem falei. De repente me dei conta de que ambos se despiram... ele tinha aquilo roxo. Lindo! Parecendo uma ameixa doce na cabeça.
O Dono veio e começou a preparar meu cuzinho para penetração... quase surtei! Finalmente eu ia ter minha dupla penetração? O Dono enfiou aquele caralho roxo na minha boca “Lambe” e continuou na preparação enfiando os dedos... dessa vez ele foi bem cauteloso e foi enfiando os dedos até que os 4 estavam lá dentro... logo percebi que ia receber aquela loucura roxa no rabinho... o Dono não ia ceder a xaninha... o Dono prepaparou mas foi ele quem penetrou. Um pouquinho de cada vez, ate que estava empalada naquele cacete enorme. Então o Dono veio por cima e começou a penetrar minha xaninha, com muito KY. Eu gemia de dor o tempo todo... não foi nada glamouroso como eu sonhava. Doeu pra caramba. Os dois eram muito grandes. Mas eu não reclamei. Só gemi porque não tinha como controlar. Quando estavam os dois inteiros dentro... eu me sentia estirada ate o ponto de rasgar... e eles começaram a se mexer... primeiro alternadamente, depois eles se encontraram no ponto exato e se mexiam ao mesmo tempo... no mesmo movimento e velocidade... com a mesma força e intensidade...
EU ENLOUQUECI DE TESÃO!!!!!!!!
Foi a experiencia mais incrivel que eu ja tive. Foi intenso, duro, forte, sem ser abrupto. Estava no auge, pronta para gozar pela milésima vez quando de repente...
“Dono... a pilha acabou!” e o dildo roxo parou seus movimentos.
Eu disse que o Dono não gosta de trocar e emprestar!!!
KKK! Beijos...
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Vida de Cadela!




Delícia das Delícias!!!

DE-LÍ-CI-A!!!


Beijos bem LAMBIDOS!

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Indicação Literária... Castigada - 01 -


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Brynn Paulin
Taboo Whises - 01-
Castigada
   



   
    A formal Natalia Cooper vive a vida de modo correto, nunca fazendo algo perigoso demais. Mas, ela queria. Uma noite, anos atrás, seu namorado lhe deu algumas palmadas no traseiro, tudo parte de um jogo sexual, e ela adorou. Queria muito mais. Mas, eles se separaram, e ela não tinha sido espancada desde então. Quando ela fica sabendo de um clube que pode obter exatamente o que deseja, anonimamente, ela estava pronta para suportar, dificilmente conseguiria resistir.

    Para Ethan Tavish, “O Calabouço” tem servido como um lugar para exercer Domínio, sem assumir compromissos duradouros. Mal pode acreditar em seus olhos quando entra na área de jogos, e vê a sua secretária Natalia, curvada sobre a mesa de surras em um uniforme de colegial. Eles estão mascarados, mas ele a reconheceria em qualquer lugar. Em um instante formula um plano para dar a ambos o que tanto desejam... Talvez muito mais.


Beijoks açucaradas...
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Indicaçâo Literária... Apóie-se em mim - 04 -


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Cherise Sinclair
Mestres do Shadowlands - 04 -
Apóie-se em mim
   

    Andrea quer se submeter, mas não para qualquer um que se acha Dom. Ele tem que ser mais resistente do que os touros reprodutores de raça, de onde cresceu. Ela desistiu de encontrar um verdadeiro Dom por si mesma, quando seu amigo a coloca como estagiária em um clube de BDSM exclusivo como os poderosos Mestres do Shadowlands. Andrea fica emocionada... e aterrorizada.

    Forçado a aceitar uma submissa desconhecida, em seu programa de treinamento cuidadosamente executado, Mestre Cullen fica furioso. Não só pela jovem nova em BDSM, mas ela é inadequada para o seu papel... blindada em couro, como uma Domme, ela está mais propensa a perfurar um Dom, do que se ajoelhar. Ele decide empurrá-la de volta para fora da porta. Mas, enquanto impiedosamente a intimida, castigando-a, então para seu conforto, vislumbra a mulher dentro da intrigante armadura emocional e sua total entrega captura seu coração.

    Embora Mestre Cullen fosse famoso, por seu estilo de vida sem restrições, Andrea acredita que ele poderia estar interessado nela, até que descobre que ele não é apenas um garçom — ele é um policial. Talvez ele ignore seu passado escorregão na lei, mas quando outra estagiária a acusa de roubar dinheiro, Andrea tem certeza de que perdeu o mestre que queria com todo o seu coração.

Beijoks açucaradas...
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Desejos & Delírios... MEU DEMÔNIO PREFERIDO (PARTE FINAL)


    Lindo! Um corpo musculoso, sem exageros, moreno de sol... sem marcas... então ele era um daqueles descarados que tomava banho de sol nu! Nas costas, pegando uma parte do peito, um lindo Dragão tatuado, que parecia se mexer de acordo com o movimento dos músculos do corpo dele. Peito cabeludo com pelos dourados como seus cabelos, braços grossos, peito largo, coxas fortes e panturrilhas de corredor... grossas e musculosas... a barriguinha tinha seis gomos bem delineados e logo abaixo da virilha aquele pênis duro e longo que eu já tinha sentido em minha boca e sabia que tinha gosto de pecado... pecado duro e grosso!
    Fiquei olhando o corpo todo... “Você é lindo, demoniozinho!” passei a mão espalmada por todo o seu corpo fazendo-o enfraquecer de dor... mas meu prazer por tocá-lo era evidente! Ele me olhou e viu em meus olhos puro prazer. Prazer por tocá-lo e por ter domínio sobre ele... total domínio! Aliás, era o que eu colocaria a prova naquele instante... tendo ele totalmente nu e em pé na minha frente! “De joelhos! Mãos pra trás!” ele fez como mandei sem sequer titubear! Abri a blusa e tirei os seios para fora... “Suga, Demon, suga os seios da sua Dona!” ele já estava a caminho dos meus seios quando parou para me olhar e novamente vi as chamas dentro deles... as chamas do inferno! “Sua Dona!” as chamas arderam mais... minha mão espalmou em seu rosto... só num leve roçar... ele gemeu de dor “Sou a Dona da tua dor e do teu prazer! Chupa a tua Dona, Demon...” terminei com voz doce, acariciando seu rosto. Ele sugou, lambeu, mordeu, arranhou, me fez gemer alto de prazer e durante esse tempo todo mantive só as pontas dos dedos em seu rosto! “Você é meu! E você sabe disso!” acariciei seus cabelos, quase sem encostar meus dedos nele... e ele buscou o contato com minha pele, sugando meus seios e se enterrando contra meus dedos em seus cabelos...



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Desejos & Delírios... MEU DEMÔNIO PREFERIDO


Bom... Eu sou Aysha... meu nome quer dizer Vida e acho que por isso tenho um dom especial... eu consigo enxergar o mundo “paralelo”! Tá, você vai dizer que essa história de Mundo Paralelo é coisa de Holywood... Conto da Carochinha... ou História pra Boi Dormir! Nada disso! Verdade Verdadeira! Não sei se vejo TUDO o que tem pra ver... mas sei que não vejo TODO o tempo... Graças aos céus!
Vocês não têm noção de como é horrível você ver a cara do cara que está na sua frente se “transformar”... e se “descarnar” do nada! Ou então virar uma esquina e dar de cara com um par de asas que cobre a rua toda protegendo uma criança de um monte demônios... ou olhar para trás na rua e só ver dois olhos vermelhos grudados nos seus... ou pior...
Uma vez que saí do chuveiro e uma voz realmente tenebrosa, que nem Holywood poderia imitar me perguntando “Por que você não tem medo de mim?” e um monstro de mais de 2 metros de altura feio que nem só o diabo pode ser, se aproximou de mim... até ele me tocar... e queimar!
É... você não entendeu errado! Os demônios queimam quando me tocam! Os demônios sempre dizem que é pior que o “Fogo do Inferno”! Essa parte é legal! Muito legal! Por isso não tenho medo deles... geralmente eles é que têm medo de mim! Rsss... E os anjos? Bom... eles me ignoram completamente! Me olham... depois desviam o olhar... como se eu fosse... lixo! Isso é um saco!
Depois de saber desse pequeno “detalhe” da minha vida, você quer saber como eu sou? Alegre, confiante, dona do meu nariz, só faço o que quero! Fisicamente? Bom... você vai descobrir... qualquer hora! KKK!

Nesse dia fui parar no moto clube. Sou sócia dos Dragões de Fogo. Um moto clube da região. Motoclube não é coisa de “motoqueiro”, “motoboy”... é coisa de “motociclista”! Sabe qual a diferença? Vou simplificar! Lá só tem Harley Davidson, Ducati, BMW, Touring... Tá! Você ainda não entendeu! São as motos mais caras e mais adoradas e procuradas do mundo! Sacou agora? Pois é!
Entrei no moto clube e me deparei com dois caras novos. Os dois cabeludos. Um moreno de cabelo castanho escuro enrolado, musculoso, cavanhaque, olhos castanhos escuros, sorriso fácil, num jeans apertado, camiseta preta e jaqueta de couro... tudo nele gritava ME LAMBE QUE EU SOU DOCE! Nem olhei outra vez!


O outro... loiro, cabelo mais comprido, liso, barba, até a sobrancelha era loira, pele clara, olhos castanhos, cor de whisky, musculoso, metido num jeans mega apertado, camiseta branca, jaqueta jeans e bota... típico motociclista! Meio sorriso sarcástico na boca, só ouvindo o que os outros falavam e olhando tudo a sua volta... seu corpo se mexia como o de um felino... tudo nele gritava PERIGO! Nem preciso dizer que meus olhos não desviaram dele!


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Indicação Literária... Se Libertando - 03 -


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Cherise Sinclair
Mestres do Shadowlands - 03 -
Se Libertando
   

    A vida com um marido sádico deixou Beth marcada, por dentro e por fora. Somente no Shadowlands se sentia como uma mulher. Mas guiada por seus medos, ela só escolhe Doms inexperiente, e, em seguida, é frustrada por sua incapacidade de sequer ficar excitada. Então, o Mestre do Shadowlands lhe dá um ultimato: se não tomar o Dom que ele lhe atribuirá, vai cancelar sua adesão. A última coisa que Beth quer é um Dom cruel e poderoso, mas isso é apenas o que recebe.
    Quando Mestre Nolan é convidado para assumir uma ‘sub-problema’, ele facilmente vê a causa do problema... é uma verdadeira submissa, a ruivinha precisa se submeter a ficar excitada, mas ela está com medo de abrir mão do controle... e ela prefere fugir do Dom do que ter que ceder. Isso vai mudar agora.


    Quando Mestre Nolan assume o comando de Beth, a aparência atraente, ela está apavorada, mas o Dom experiente lhe traz somente prazer, não dor. Sua única exigência é que ela nunca minta para ele. Sob suas mãos capazes, seu corpo ganha vida e ela começa a cicatrizar. Enquanto ele empurra seus limites, ela aprende a confiar... e depois a amar. E ela sabe que ele está começando a retribuir.


    Mas agora o marido cruel a encontrou, e Mestre Nolan descobre que ela estava mentindo, mentindo e mentindo.


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Desejos & Delírios... A DIRETORA (PARTE FINAL)


    Meu olhar era uma mistura de tesão e triunfo... “Você tá gostando, cadela! Tá até lambendo meus dedos!” Na hora ela tentou voltar a si e mordeu os dedos... “Isso! Morde! Eu gosto da dor! E só prova que é uma cadela mesmo! Morde mais!” enquanto eu falava, eu fodia com mais afinco... ela gozou... de revirar os olhos... e parou de me morder... no meio do primeiro tremor sai completamente de dentro dela, tirei os dedos de sua boca e soltei ela completamente no chão da sala.
      Ela me olhou confusa com a minha atitude, mas principalmente com o gozo que não chegou ao fim... com uma frustração clara nos olhos e confusão também... me aproximei... agarrei pelos cabelos e beijei... e ela correspondeu com ardor... soltei! “Você tá solta... grita! Pede ajuda!” ela olhou em volta confusa, viu suas roupas abertas, minha camiseta meio rasgada e manchada de sangue, minha mão meio melada, a calça aberta, e o pau duro, em pé... muito maior do que ele realmente é... parecia uma lança apontada pro céu... segurei o cabelo dela com delicadeza... puxei em direção à minha boca, no meio parei... “Quer gozar, cadelinha?” ela nem falou, só balançou a cabeça afirmativamente então virei ela com o ventre pro chão, subi a saia e me meti entre as coxas, puxando ela pelos cabelos e deixando minha marca em seu pescoço, enquanto apertava seus seios, sem dó, com força... ela gemeu... e eu meti... já não tinha mais medo de seus gritos... sabia que ela não percebia mais onde estava e nem com quem...




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Desejos & Delírios... A DIRETORA


    Valéria é uma mulher bonita. Tem longos cabelos castanho claros, enrolados nas pontas, olhos amendoados e um corpo só com as melhores curvas. Ela tem alguns hábitos típicos de diretores. Andar pela escola durante o período de aulas, entrar em algumas salas, conversar brevemente com alguns professores, fazer perguntas a alguns alunos, assim, do nada... além de ficar no portão de entrada todos os dias, na hora da entrada e na hora da saída, dizendo que é para se aproximar dos alunos que estão entrando ou saindo e assim estar mais disponível para eles. Ela também tem outros hábitos não tão típicos de diretores. Ela fala com os alunos quando cruza com eles e lhes dá sempre um sorriso.
    Para outros alunos aquele sorriso muitas vezes passa desapercebido, mas para mim é como a luz do sol... tenho certeza que o sorriso é só para mim... só! Eu sempre devolvo o sorriso, mas nem sei se ela percebe... mas é impossivel controlar. Sempre penso naqueles lábios me beijando e o sorriso surge sem que eu tenha controle sobre ele. Então continuo olhando quando ela passa... acompanho seu andar... o balanço dos seus quadris... os cabelos também balançando... o perfume adocicado quando ela passa... eu sei que ela tem uma queda por mim... mesmo que ela ainda não saiba.


   Todos os dias frequento as aulas, sei toda a matéria, mas ultimamente só tiro nota baixa... eu quero repetir de ano... eu preciso ficar perto dela!



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Indicação Literária... Fortaleza Escura - 02 -

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Cherise Sinclair
Mestres do Shadowlands - 02 -
Fortaleza Escura

   
    Depois de Kari romper com seu namorado, durante a ‘Noite dos Novatos’ em um clube privado de fetiche, lhe é dada a opção de continuar com seu treinamento. Apesar de suas fantasias inexperientes sobre BDSM, o professor tem planos de simplesmente a observar. Mas sob as mãos do inflexível Mestre Dan, ela não só participa, mas dá-lhe tudo o que lhe pede. Não há nada que possa esconder dele. Não sua paixão... ou seu amor.

   Ainda de luto pela esposa, Mestre Dan evita se envolver com mulheres e nunca toma uma Sub duas vezes. Mas esta modesta novata é como um docinho, uma noite está longe de ser suficiente. Enquanto ele sonda suas respostas, e a leva cada vez mais fundo no mundo do BDSM, a suave Submissa começa a mostrar-lhe o quanto estéril, sua vida se tornou.

    Durante suas três noites juntos, Kari vai aprender a se apresentar ao seu mestre... e aprender a amá-lo?


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Desejos & Delírios... DE VOLTA AOS BRACOS DE LORD K (Parte Final)


Novamente confusa "Mestre?" meus olhos inocentes sem entender o significado das duras palavras “DE PÉ!    E CABEÇA BAIXA!” com dificuldade levanto-me e mantenho o olhar em seus sapatos negros engraxados...  ele começa a andar a minha volta... olhando para meu corpo... “Responda... as pessoas lhe chamam de gostosa?” me remexo envergonhada "Sim, mestre!" ele continua me rodeando “Aposto que muitos adorariam ter a chance de provar esse corpo...” com o olhar confuso “Nao sei, milord!" ele me olha nos olhos “Quer descobrir então?... cuidado com sua resposta...” mais confusão "Ahhh... s-sim... n-não..... n-não sei milord!" ele abre um sorriso e vai até uma estante, retira uma câmera de vídeo, cabos e vai montando a câmera de frente para mim "Milord??" sem me olhar ele responde “Vamos descobrir se as pessoas querem te provar... quando eu disser "ação", você diz "Se você gostou de mim, ligue para o número a seguir para provar minha carne"... ENTENDEU?” Então aponta a câmera em minha direção "Mi-milord?? e-eu não posso fazer isso!" falo balançando a cabeça em negativa “Você o que?” ele pergunta com uma voz metálica de quem não gosta nada de ser questionado
"S-sim milord!" eu penso que tudo não pode passar de uma brincadeira e resolvo me submeter só para não apanhar... pois os olhos do Lord estão frios como gelo, assim como sua voz... “Muito bem...” ele aperta alguns botões, ajusta o foco e avisa “Agora podemos continuar!” com a câmera ainda apontada em minha direção ele caminha até mim... meu corpo nu treme com a expectativa... com força, ele pega meus braços e levanta até o alto... onde ele os prende em algumas correntes... puxo as correntes tentando soltar-me... em vão... ele vai até um botão na parede e faz as correntes subirem... “Ahhhh.... ohhhh...” gemo de dor conforme meu corpo é esticado contra a parede... então ele empurra um aparelho em minha direção... ele apóia ali o meu corpo, deixando minhas pernas abertas e soltas pelo ar... prende amarras em minhas pernas... “Ohh Lord... por favor....” ele sorri “Isso é por sua desobediência!” coloca uma espécie de pregador nos bicos dos meus seios, mas que possuem fios ligados a eles... “Ohhhhhhhhh...” ele me olha...



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Desejos & Delírios... DE VOLTA AOS BRACOS DE LORD K (Parte Inicial)


São Paulo. A cidade que nunca pára! Ou a cidade que nunca anda... principalmente no horário de rush na sexta feira! Para se avançar a distância de meio carro... meia hora! Que absurdo! “Nesse passo só chego em casa na sexta feira santa... isso porque ainda falta muito pro carnaval! Puxa... com o tempo que vou demorar para chegar em casa eu podia... tomar um banho de espuma... uma taça de vinho numa boa companhia... fazer sexo arrebatador! Ai Cristal, o que você está pensando?? Você não tem banheira, nem vinho, nem companhia... nem bateria para o vibrador! Se liga!”
Depeche Mode no som do carro... chuva caindo que dá gosto! “Vai até lavar o carro!... Ai! Como eu queria estar nos braços de meu Lord!” o pensamento vai entrando aos poucos no cérebro cansado da loira Cristal... “Mas espera! O tempo que vou demorar aqui, quase dá para chegar lá... na casa dele! E ele disse que a cama dele sempre estaria disponível numa noite de chuva!!Aiiii...” Olho para o outro lado da via... vazio! Então não penso mais. Atravesso por cima do canteiro... pego a mão oposta e me dirijo à casa de Lord K.
Logo na entrada da cidade sou recebida por um temporal inesperado.. a água vem de todos os lados, descendo dos morros em volta e trazendo consigo objetos, pedaços de árvores, e muita, mas muita terra mesmo... logo o motor do carro morre. Tento religá-lo uma, duas, três vezes, mas ele não pega. “Ai céus... deve ter molhado alguma coisa aí dentro!” então tento abrir a porta e não consigo... abro a janela e vejo que a água já está cobrindo metade da porta por todos os lados... o carro, levado pela correnteza, começa a deslizar à deriva... tento sair pela janela do carro, mas uma verdadeira avalanche de terra, lixo e entulho, não só me empurram para dentro, como invadem o carro, assim, fecho as janelas para minimizar o dano... mesmo assim tem uns 5 ou 6 dedos de sujeira no chão do carro... mais entra pelo vão da porta e estou coberta de detritos!
“Ai céus! O que é que eu faço??” Na mesma hora uma luz se acende em minha mente embotada e me lembro de ligar para ele... marreto os números no celular e espero que ele atenda!
“O que houve cadela?” a voz preocupada, profunda, quente e harmoniosa do outro lado me tira a voz... “Cristal! Fala!”...


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Indicação Literária... Clube Shadowlands - 01 -

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Cherise Sinclair
Mestres do Shadowlands - 01 -
Clube Shadowlands


    Durante uma tempestade tropical, com o carro com problemas, Jessica Russell descobre uma casa isolada onde é um clube privado de escravidão. Em um primeiro choque, ela logo fica excitada assistindo as interações entre os Doms e seus subs. Mas ela é uma mulher profissional, uma contadora e certamente não uma submissa. . . ou é?
    Mestre Z não tinha estado atraído por uma mulher há anos. Mas a sub andarilha no clube, o intriga. Ela é inteligente. Reservada. Conservadora. E depois que descobre o seu interesse em BDSM, não pode resistir a violar suas paredes e libertar a paixão que mantém escondida dentro dela.
    Espero que gostem da indicação! Já fazia um tempo que eu não trazia nenhuma pelo simples fato de não ter lido nada que valesse a pena. Esse vale!

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Desejos & Delírios... A MORTE DA INOCÊNCIA!



Ele era um homem duro, firme, severo... não podia ser de outra forma! Era professor há muitos anos e já tinha enfrentado de tudo dentro de uma sala de aula... desde alunos aplicados, até adolescentes sem calcinha que praticamente se jogavam aos seus pés diante de seu porte atlético, voz firme e pulso de aço ao tratar com os alunos... passando ainda por canivetes e até armas de fogo, que graças ao seu treinamento militar antes de se tornar professor, conseguiu superar com dada facilidade.
Sua vida estava uma confusão... mas ninguém percebia! Guardava seus sentimentos em compartimentos internos bem fechados, lacrados e com uma camada à vácuo... para que nem os sons escapassem. Ninguém sabia de seu interior! E era assim que deveria continuar seguindo!
Naquele dia tortuoso, rodízio de carros em São Paulo... que inferno! Três conduções para chegar à faculdade, e já tinha passado o dia todo em reuniões e momentos extremamente “agradáveis”. O dia com certeza, não podia ficar pior! Ou podia? Ao entrar no trem lotado revirou o nariz ao sentir a mistura de cheiros... suor, desodorantes vencidos e alguns banhos, de pessoas que se aprontavam para o período noturno... talvez até indo para a escola ou faculdade... de qualquer forma... aquele cheiro não era para um homem como ele... mas fazer o que?
Logo que entrou, um lugar vagou num dos bancos perto das portas e acabou se assentando... depois de olhar em volta e ter certeza de que não havia nenhuma grávida ou idoso em pé. Dali destraiu-se com seus próprios pensamentos durante a viagem de trem, pensou em tudo que já tinha vivido... maldita vida BDSM que tinha escolhido! Ou ela o tinha escolhido? Era um Dominador desde criança... dominava seus irmãos mais velhos e até seus pais... os meninos mais velhos e mais fortes da escola e é claro, todas as meninas! Já tinha tido todas! Todas mesmo! As vezes acreditava que a música do Wando “Já tive mulheres de todas as cores... de várias idades... de muitos amores...” era cada vez mais feita para ele... ou para quem tem um gosto cultural diferente... como ele... Dom Juan era fichinha perto dele!
Subs... cada uma diferente da outra, brancas, negras, magras, gordas, mais velhas, mais moças, senhoras... mais doces, mais difíceis de domar... e com o passar de tantos anos nessa vida BDSM chegou a uma conclusão... a única possível! Todo relacionamento tem prazo de validade! Nenhuma sub dura para sempre! Todas têm defeitos! Todas perdem sua “cor” e seus “encantos” com o passar do tempo! E todas ao umas vadias... umas putas em potencial! Algumas mais e outras menos... mas...
Era um inferno ter que substituí-las pois tinha que treiná-las novamente e  a cada treinamento elas se tornavam mais difíceis... mais indomáveis, mais cheias de defeitos... ou ele se tornava mais intransigente? Foi assim perdido em seus pensamentos dentro do mundo BDSM, que descobriu muito jovem, e dentro do qual ainda vivia que demorou até que seu cérebro voltasse à realidade ao avistar uma sainha rosa bebe... desceu pelas pernas longas e delgadas, até um tamanco também cor de rosa que parecia uma tortura de tão alto... voltou a subir, passou pela tira que se chamava saia, passou por uma barriga chata e chegou a um top também rosa que nada mais era do que um pedacinho de pano... subindo mais um pouco chegou a algo que realmente o espantou... cativou? Inquietou? Definitivamente borboletas em seu estômago!
O que é isso? Fazia anos que não sentia isso! Da última vez foi quando... quando mesmo?? Será que já tinha sentido isso? Um rosto oval de pele dourada, olhos cor de mel, cabelos longos numa trança que batia quase na sainha, também cor de mel... lábios carnudos... que deviam ter gosto de fruta madura... e de repente ele vê mãos sobre a menina! Sim! Uma menina! Não devia nem estar na faculdade! Devia ter no máximo 16 anos! Repreendeu-se severamente por segurar o olhar... mas reparou que ela olhava para ele com um pedido de socorro florescente em seus olhos! As mãos! Claro! Um grupo de moleques “maloqueiros”, daqueles que gingam pra lá e pra cá e falam algum dialeto que chamam de Língua Portuguesa (mas que não é!) literalmente apalpavam a menina dentro do trem e ninguém fazia nada, e a pobrezinha já tinha lágrimas nos olhos e se contorcia fugindo das mãos, mas não conseguia livrar-se delas.
Então seu lado Dominador aflorou naturalmente! Levantou-se com olhar frio, a boca dura como uma linha e a voz como uma navalha “Natália! Venha cá! Imediatamente!” a menina demorou alguns segundos para perceber o que ele fazia, mas graças aos céus não era burra... ou simplesmente respondeu à voz de comando! E fingiu chamar-se Natália! Saiu daquele meio e se apresentou à sua frente de cabeça baixa “Sente-se aqui e não se mexa até nossa parada! Estamos entendidos?” ela só balançou a cabeça, sentou-se e ele lhe entregou sua pasta com suas aulas preparadas para que segurasse. Isso serviria a dois propósitos... o primeiro cobriria um pouco de sua pele e o segundo liberaria suas mãos caso tivesse que entrar numa briga com a gangue.
Quando olharam para ele e vieram tomar satisfações, aparentemente o líder já gaguejou diante de seu olhar assassino, os demais se afastaram e ninguém disse mais nada... no vagão inteiro... até que ele chamou “Natália!” a menina se pôs em pé e o seguiu pela porta... depois disso o vagão voltou a falar, ou melhor, sussurrar... e lá fora, ele, com uma mão nas costas da menina e a outra segurando a pasta guiava-a por entre a multidão. Ela tentou virar para agradecer mas ele continuou, com mão de ferro a empurrá-la até que chegaram ao campus da faculdade, numa área aberta, mas com um pouco de privacidade, onde pegou-a pelo braço, virou-a para ele e perguntou com a mesma voz de navalha “O que você estava pensando ao se vestir assim, menina? Ou melhor, não pensava, não é?” os olhos de mel se encheram de lágrimas e com uma voz mais doce do que algodão doce, melado e doce de leite juntos ela responde “Esse é meu uniforme, senhor... trabalho na ‘Algodão Doce’ no shopping aqui perto” mostrando o nome bordado no micro, micro, mini top.
Ele se revoltou. “E você vai trabalhar todos os dias no mesmo horário?” ela olhou para o chão diante do tom “Sim, senhor!” ele coçou o queixo... seu lado protetor ainda ativado como se fosse um botão “Em que estação você entra?” ela disse o nome da estação seguinte à sua “Então amanhã vai entrar naquele mesmo vagão e procurar diretamente por mim... entendeu, criança?” ela balançou a cabeça “Responda com a língua sub! Quer dizer... menina!” a menina olha confusa para ele, coloca a língua para fora e tenta falar “Chim, Chenhorr!” mostrando-lhe a língua rosada. Uma deliciosa gargalhada, rouca, sacudida, sonora, atravessa o pátio da faculdade e todos olham para ali... ele nem liga... sente suas entranhas se sacudindo e até lágrimas chegam aos olhos... há quanto tempo não ria assim? Já riu assim alguma vez? Talvez... quando criança!
Ele simplesmente se virou e foi à sua aula e ela foi andando o pedacinho que faltava para o seu trabalho. No dia seguinte... não havia rodízio... teve que passar em casa correndo, deixar o carro e voltar quase correndo a estação para não perder o trem correto. Entrou no trem. Sentou-se e guardou um lugar ao seu lado. Na estação seguinte a menina entrou. Vestida da mesmíssima forma. Olhou em volta. Avistou-o e sentou-se ao seu lado. Nada falou, mas como um gatinho carente encostou-se nele. Apesar dele manter um imenso controle de seu corpo, não conseguiu evitar sentir profundamente aquele contato. Seu pênis resolveu responder imediatamente... lançou o olhar para a menina e viu total inocência em seus olhos e em seu corpo. O que o excitou ainda mais. Colocou a mão em sua coxa... a menina nem se mexeu... nem seu corpo respondeu. Tirou a mão e repreendeu-se severamente. Desceu com a menina na estação. Foi às aulas e ela ao seu emprego noturno.
Os dias se sucederam e a rotina se estabeleceu. Ele passou a ter mais controle de seu corpo e de seus pensamentos, mas não total. E com o passar dos dias passaram a conversar pelo caminho... o tempo, o clima, a família, o emprego, o padrasto que bate na mãe, os alunos, os desejos de ser cantora ou atriz, de comprar um fusquinha, de ser enfermeira, de comprar um sapato de tal marca... sonhos doces como uma noite de verão, como ir ao circo que estava na cidade e  comer algodão doce... cor de rosa... é claro! Ela nunca tinha comido algodão doce... não vendia algodão doce, e sim roupas para crianças...
Na sexta feira ele ordenou que ela estivesse ali no mesmo horário e fizesse da mesma forma. Ela veio, sentou-se ao lado dele no trem, com um vestidinho simples de um tecidinho barato, mas que deixava aquela menina como um morango maduro pronto a ser degustado! Eles desceram perto do Parque de Diversões e os olhos de mel se acenderam de felicidade quando viram para onde se dirigiam. Comeram pipoca, algodão doce (cor de rosa), atiraram no tiro ao alvo, foram na montanha russa e no carrossel... quando sentaram na Roda Gigante ele não agüentou... olhou em seus olhos... olhos nos olhos ele cantou com voz rouca de desejo “Eu não sei parar de te olhar... não sei parar de te olhar... não vou parar de te olhar... eu não me canso de olhar... não vou parar... de te olhar!” e beijou os lábios de fruta madura... sentindo o gosto do algodão doce, da pipoca e do refrigerante e naquele momento “Acreditou em milagres... desacreditou das maldades... e creu que todos podiam dizer a verdade!”
Quando olhou naqueles olhos novamente viu o mel derretido... o por do sol... o caramelo das balas e o doce de leite. Ela se aninhou em seu peito... eles desceram da Roda Gigante e andaram de mãos dadas, se beijaram, se abraçaram, viram a lua, trocaram beijos roubados e ele se apaixonou por sua inocência... e ela por seu príncipe encantado, montado num cavalo branco. Caminharam de volta ao trem... na estação de sua casa não agüentou... roubou-lhe a mão com um olhar sedutor e saíram os dois correndo como adolescentes... subiram ao seu apartamento, meticulosamente limpo, arrumado  com móveis ultramodernos, que encheram os olhos inocentes da menina... começaram a beijar-se... ela sentindo-se a princesa encantada dos contos de fadas... era a própria Rapunzel, Branca de Neve ou Cinderela, bailando por sua vida com um príncipe muito mais que encantado e maravilhoso...
Ele foi sentindo-se incendiar... o desejo de possuí-la o enchia... não só o seu corpo... queria sua alma, sua mente, tudo dela... não queria nem um recanto escondido! Queria tudo para ele! TUDO! Sentou-se em sua poltrona favorita e beijou-a com sofreguidão... subiu seu vestido com uma mão e empurrou a calcinha de algodão branco para o lado, enquanto que com a outra abria seu zíper e despia seu pênis enorme... encaixou-o na entrada da menina e olhou em seus olhos... sem palavras... e enfiou... com toda sua força, sem desviar o olhar, mantendo-a cativa de si... as lágrimas desceram pelos olhos de mel... seus lábios se abriram num ofego, mas nada conseguiu dizer... ficou sem ar... ela tentou jogar a cabeça para trás, mas ele segurou sua já conhecida trança e manteve seu olhar cativo... depois ambos deslizaram o olhar para baixo e viram o sangue escorrendo por seu membro duro, marcando a perda de sua inocência... mas ambos sorriam... um sorriso ainda estava nos lábios inchados da menina... o sorriso de quem acaba de entregar seu maior bem ao seu grande amor... um sorriso sádico marcava os lábios masculinos... vendo o sangue de sua pequena gazela escorrendo por seu enorme pênis, todos os seus piores instintos vieram à tona... e junto com eles o desejo. Desejo de posse do corpo, da alma, dos sentimentos, do pensamento e de cada recanto adolescente e puro!
Ali mesmo ele encaixou seu pênis em sua apertada entrada e penetrou-a... uma, duas, três, várias vezes... o sangue corria... as lágrimas também... ele não permitiu seu gozo... só queria dominá-la... e conseguiu... só com o olhar! E ela fez tudo o que ele disse... ou não disse com palavras... só com o olhar!
Não foi mais embora. Não voltou para casa, para a escola, para o trabalho, o trem ou qualquer parte de sua “outra” vida... que era como ele chamava... “Sua vida passada morreu! Você agora é Natália... e é minha! Minha! Entendeu?” ela não usava mais tranças... mal usava roupas, já que assim que ele chegava da rua a despia e enchia cada pedaço de pele com suas marcas!
Seus beijos, suas lambidas, suas chupadas, seus arranhões, seus tapas, cintadas, seu esperma, marcas arroxeadas de cinto... sangue de suas muitas penetrações vaginais e anais... até que, todos os dias, a menina sangrava... e enquanto não via seu sangue escorrendo, de uma maneira ou de outra aquele desejo não se abrandava! Ele precisava de seu sangue! Todos os dias!
Naquele dia entrou em casa mais cedo... ela estava na varanda, olhando a rua, ele se indignou! Gritou que ela olhava para o rapaz que passava ou para o vendedor de frutas velho e gordo do outro lado da rua... arrancou sua roupa, rasgando-a e amarrou-a nua na varanda. Depois gritava de lá de cima para que todos olhassem aquela puta que cantava a todos os homens. E quando as pessoas olhavam, ele logo retrucava “Não tem vergonha de olhar? Podia ser sua filha!” e se não olhavam ou desviavam o olhar da loucura evidente em seus olhos gritava “Maricas! Bicha! Veado Filho da Puta!”... seu cérebro estava embotado pelo ciúmes... até que aquela voz de algodão doce, melado e doce de leite juntos entrava por seu cérebro “Eu amo só o senhor... não olhava para ninguém... só tenho olhos para o senhor!”
Ele se acalmou... desamarrou-a e derrubou-a sobre o braço do sofá... mirou a cabeça em seu ânus “Para quem olhas, Natália?” e fodeu! “Ohhhh... para ti, senhor!” retirou o pênis e viu o sangue “Para quem mais?” e meteu novamente, empalando-a até a base de grosso e enorme pênis “A ti senhor... somente a ti!” ele continuou penetrando-a sem aviso... sem preparo... sem dó... sem piedade... sem amor... só com aquele louco sentido de posse! A cada nova penetração, uma nova pergunta “Olhas o menino da esquina?” “Não senhor!” “Olhas o velho vendedor de peixe?” “Não, senhor, só a ti!” “Olhas a mulher que vende roupas?” “Não, amado!”... e as perguntas se sucederam por horas e as respostas também... o sangue já fazia crosta em seu pênis... as almofadas do sofá estavam empapadas do sangue e das lágrimas da menina... mas seu coração não estava magoado... pelo contrário... seu coração adolescente estava feliz por ter alguém que a desejasse tanto! Tanto que era capaz de demonstrar seu “amor” com tanto ciúme!
Dias, semanas, meses se tornaram iguais... ele desligou a TV... deixou uma estante de livros para que lesse e se tornasse mais adequada... mas nenhuma vez, desde o dia em que subiram do Parque de Diversões, ele a tirou de casa. Ele trazia as compras, ele comprava suas roupas, ele rasgava suas roupas em acessos de ciúmes insanos, depois comprava novas e mais sensuais, que só traziam mais acessos... todos os dias reclamava que ela não cozinhava, mas quando se atreveu a fazer uma torta de maçãs, levou uma surra de chicotes que arrancou sangue de suas costas... ele cuidou dos cortes... depois sentou-se e comeu toda a torta... sem dar-lhe nem um pedaço e sem dizer o quão deliciosa estava!
A loucura ultrapassou as paredes do apartamento... chegou a seu trabalho, a seus alunos... foi despedido, passava os dias a atormentá-la, fode-la e arrancar-lhe sangue... e a cada dia se tornava mais sedento! Era como um vampiro novo, insaciável de sangue... e lambia todo sangue que vertia do corpo adolescente! Ela não gritava mais ao apanhar, pois a cada grito mais três golpes eram acrescentados... então arrancava sangue de seus próprios lábios para não gritar e sequer gemer alto.
Depois que arrancava sangue de seu corpo se masturbava sobre ela várias vezes até que todo seu corpo estivesse coberto por seu esperma, por sua “marca” sua “possessão”! Ela? Nunca soube o que era um orgasmo... nunca o sentiu! Justo com aquele homem que era conhecido por deixar suas subs prostradas e desmaiadas de prazer! Várias contavam que chegaram a desmaiar de prazer em seus braços! E a menina... sentia prazer em vê-lo feliz... em ver sua ira se acalmar... seu ciúmes arrefecer!
Até o fatídico dia!
Naquele dia ele saiu. Voltou e encontrou-a com um romance nas mãos... ela lia com sede, com sofreguidão... então ele arranca-lhe o volume das mãos... passa os olhos nas páginas e percebe que lia uma cena erótica onde a jovem alcançava o orgasmo de sua vida... na mesma hora ele começa a falar “Não posso deixá-la um só minuto e você já quebra minha confiança... como queres que confie em você se só faz coisas erradas! Onde já se viu ler esse tipo de coisas?” os olhos de mel estavam confusos “Mas o senhor disse que eu poderia ler todos os livros da estante... este estava lá...” um tapa em seu rosto confuso “Não me responda menina! Você cometeu seu último erro! Cansei de lhe dar de comer, lhe dar abrigo, segurança, carinho, amor, compreensão, prazer... e não receber nada em troca! Você vai pagar! Você vai pagar!!!” andava de um lado a outro sem saber que castigo administrar na rebelde... ela anda até a cozinha e volta com uma colher “Mestre... sempre brigas comigo porque vejo coisas que não lhe agradam... então... prefiro qualquer coisa a irritá-lo novamente... arranca-me os olhos!” ela fala isso com mansidão, docilidade e uma incrível e nua sinceridade.
Aquilo finalmente o atingiu! No peito! Em cheio! Como um tiro no coração! Tudo se foi! A ira, o desejo de posse, a irritação, o ciúmes... a loucura! Ele olha para ela... e vê naquilo em que ele a tornou! Lembra-se de seu rosto e corpo imaculados, vestido de cor de rosa no trem... e vê o rosto marcado, o corpo cheio de cicatrizes, as roupas mal andrajadas, os cabelos emaranhados... as únicas coisas que não mudaram foram seus olhos de mel e sua voz de algodão doce, melado e doce de leite juntos... e ela queria que ele... não... ela oferecia a ele... de bom grado... que lhe arrancasse os olhos!
Naquele momento ele percebeu que mais uma coisa não tinha mudado... sua INOCÊNCIA!
Então tomou-a nos braços, como na Roda Gigante... beijou-a docemente... lambeu seus lábios... sugou-os como fruta madura... tocou seu corpo com deferência, e pela primeira vez desde o primeiro dia, ela gemeu de prazer... e aquele gemido o fez perceber que ela não conhecia o prazer “Você já sentiu aquilo do livro?” falou em voz doce em seu ouvido, enquanto lambia sua orelha meigamente... ela gemeu de prazer novamente “Não, senhor!” ele lambeu seu pescoço... abriu seu vestido e sugou-lhe os seios adolescentes com habilidade arrancando-lhe cada vez mais gemidos de prazer!
Quando olhou em seus olhos de mel... ela viu algo com que já tinha se acostumado. A LOUCURA de volta! Mas não sabia que era isso! E ficou feliz por reconhecer aquele olhar amado! Ele levantou-a em seus braços docemente, deitou-a no tapete felpudo, tirou-lhe a roupa, beijou cada pedaço de carne, sugou docemente, lambeu, acariciou e arrancou-lhe gemidos de prazer... sugou seu clitóris, lambeu-o, fazendo-a gozar uma, duas, várias vezes seguidas “Agora você sabe o que é sentir aquilo que leu?” perguntou com voz doce enquanto lhe fazia gozar mais uma vez “Sim, senhor... s-sim, senho-or! Simmmmmmmm!”
Então ele levanta, vai à cozinha ao lado, mexe no fogão, pega uma garrafa de vinho... corta queijo em cubos, volta ao tapete, alimenta-a na boca, da-lhe vinho nos lábios, dá-lhe prazer não uma, mas várias vezes... pela primeira vez prepara sua vagina para a penetração, não só com a umidade que já tinha em si por já ter gozado várias vezes, mas com gel, com carinho penetra lentamente e ela geme... alto... gostoso... em êxtase! Ele aumenta o ritmo de sua penetração e a enlouquece de prazer, fazendo-a gozar várias vezes em seguida... depois diz-lhe que é possível sentir aquele prazer no seu outro buraquinho “Você quer sentir?” pergunta mantendo cativos seus olhos “Sim, mestre!” ele a prepara com carinho... como se fosse uma criança... e mesmo durante a preparação ela já geme de prazer pois ele não tira os lábios de seus doces lábios inferiores, sugando suas carnes molhadas... penetra-a com cuidado... espera que se acostume com seu tamanho e só depois começa a bombar em seu cuzinho doce... e ela goza novamente... e novamente... e novamente...  se aconchega com ela de ‘conchinha’ e ali ficam acariciando-se... “Você me ama, Natália?” ela olha por sobre os ombros e diz com o coração transbordando “Sim, mestre! Sim!” ele sorri.
Acaricia seu corpo nu, trazendo-lhe arrepios... “Durma mulher!” acaricia suas costas “Mulher? O senhor sempre me chamou de Natália, menina ou criança... é a primeira vez que me chama de mulher!” ele sorri e a loucura acompanha seu sorriso... “É porque hoje acabei de matar a sua inocência... então não mereço mais esta vida!” ela sem entender se encaixa em seus braços “Você vai comigo para onde eu for, Natália?” ela se remexe “Sim, senhor!” diz sem titubear “Para qualquer lugar?? Você me entrega sua total vontade?? Vais para onde eu for??” mais uma vez sem titubear mas com uma voz sonolenta ela responde “Sim, mestre... minha vontade é sua! Vou para onde quiseres!” e adormece com um sorriso nos lábios.

O cheiro do gás de cozinha já é sentido por todo o apartamento e ele fica ali... olhando aqueles seios delicados pararem de subir e descer... e quando não vê mais seu movimento sorri... os olhos vítreos por sua amiga loucura e o peito já arfando as últimas baforadas de ar... “Eu finalmente consegui! Agora tudo que era teu me pertence! Teu corpo, tua alma, tua mente, cada recanto de pensamento... Até a inocência! Matei-lhe tudo! És minha!” fala ele em seu último sopro de voz e de respiração... e de loucura... cai com o rosto azulado sobre o corpo imóvel da doce menina... e o vizinho começa a tocar no último volume...

“Todas as formas de se controlar alguém só trazem um amor vazio! Saber amar... é saber deixar alguém te amar!”


Despeço-me de meus leitores!
E esclareço... São meus Desejos & Delírios... 100% verdade? 100% mentira? Tudo é relativo, como diria Einstein!

Espero que tenham gostado... desses dois personagens FICTÍCIOS juntos... o professor Loucura e a menina Natália! Sem confundir ficção com realidade, por favor! RSRSRRS.
Mas UMA VERDADE É  que todas as vezes que voces lerem alguma coisa aqui, no meu espaço, com o marcador É MEU... é porque fui eu quem escrevi... vivi...
Beijos,
Hope



Desejos & Delírios... NÃO SE DEVE MENTIR!


   Fui visitar minha amiga Camila, ela tinha acabado de terminar uma relação e as coisas estavam doloridas para ela. Toquei a campainha e ele atendeu. Meu Deus! O nariz vermelho, pior que de palhaço. Os olhos pareciam ter saltado das órbitas de tão grandes! Ela já tava há 3 dias em casa... e não deve ter tomado banho nenhum desses dias... nem penteado cabelo, nem escovado os dentes... ECA!
    Fui muito diplomática, como toda boa amiga deve ser. Empurrei pra dentro. Joguei a bolsa na mesa e já comecei a empurrá-la pro banheiro arrancando suas roupas. Ela foi reclamando... mas foi! Enfiei ela no chuveiro... enchi a escova de pasta e no meio de uma reclamação enfiei e escova em sua boca... virei ela de costas e comecei a desembaraçar os cabelos que passam do meio das costas, com creme... deu um trabalhão! Ela saiu do banho um ser humano novamente. Fizemos as unhas, escova, hidratação... ela virou uma mulher novamente... comemos chocolate, bebemos vinho e falamos mal do cretino... ela virou Camila novamente!
    A conversa tava boa, ela tava bem, já tava me preparando pra ir embora, ela grita “Menina! Você tem que me levar na missa!” olhei perdida... era comigo que ela tava falando? “Eu na... miii... onde?” será que eu tinha ouvido direito?

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Desejos & Delírios... UMA JORNADA DE PRAZER (Parte Final)


No sábado de manhã me vesti e já saí do quarto pronta pra ir pra casa. Tinha sido tudo ótimo, mas tinha chegado ao fim!
Pois bem... ele tava de pé... bermuda jeans, camiseta branca e tênis. Nossa! Que diferença! Que gato! Me aproximei, sem me olhar ele me passou a caneca de café quente. Comecei a tomar. Ele mexendo em dois notebooks abertos na mesa de jantar “E-eu to indo” ele me olhou e voltou a olhar o note “Vou chamar um taxi... não precisa largar o trabalho!” peguei o celular e ele falou “Bom dia pra você também!” puxa... que mancada... tinha esquecido de dizer bom dia... meleca... que falta de educação! “Bom dia, Mestre... desculpe... só não queria incomodá-lo!” ele acabou o café, fechou os notes e colocou um numa mala aberta “Eu vou te levar em casa! Acabe seu café!” não deu outra... queimei a língua!

Descemos pra garagem e entramos no carro e eu pensava... que esta era a maneira mais sórdida de dar o fora na garota... ele saindo de mala feita só pra eu achar que ele ia viajar e que eu não devia ligar... nunca mais... e se ligasse teria a perfeita desculpa pra dizer que tava viajando ainda... ainda... ainda! Ele parou em casa e me virei pra agradecer... “Você tem 20 minutos para fazer uma mala simples, com lingerie e roupa de calor... nós vamos viajar pra Socorro, uma cidade do interior de SP, e lá está uma base de 30 graus, segundo o que olhei na net, com previsão de sol... tem filtro solar? Leve! Tire a calça jeans... leve só vestidos, bermudas e blusinhas leves... eu espero aqui... e não gosto de esperar!” eu tava de boca aberta ainda travada no assento... “Tá esperando o que?”


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